Dockerizando aplicações – Processos de administração

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Seguindo a lista do modelo 12factor, temos “Processos de administração” como décima segunda e ultima boa prática desse modelo.

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Toda aplicação demanda administração, isso quer dizer que uma vez implantada é possível que ela precise receber determinados comandos para corrigir possíveis problemas ou simplesmente mudar de comportamento. Como exemplos temos migrações de banco de dados, execução de scripts diversos como backup, e também execução de um console para inspeção do serviço. Continue lendo

Dockerizando aplicações – Paridade entre desenv/produção

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Seguindo a lista do modelo 12factor, temos “Paridade entre desenvolvimento/produção” como décima boa prática.

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Infelizmente na maioria dos ambientes de trabalho com software, existe um grande abismo entre o desenvolvimento e a produção. Esse grande buraco não é um mero acaso ou falta de sorte. Ele existe por conta de algumas diferenças entre as equipes de desenvolvimento e infraestrutura. De acordo com o 12factor elas manifestam-se nos seguintes âmbitos:

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Dockerizando aplicações – Descartabilidade

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Seguindo a lista do modelo 12factor, temos “Descartabilidade” como nona boa prática.

Quando falamos de aplicações web, espera-se que mais de um processo atenda a todo tráfego que é requisitado para esse serviço, porém tão importante quanto a habilidade de iniciar novos processos, é a capacidade de que um processo defeituoso termine na mesma velocidade que iniciou, pois um processo que demora para finalizar pode comprometer toda solução, uma vez que ela pode ainda estar atendemos requisições de forma defeituosa.

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Em resumo podemos dizer que aplicações web deveriam ser capazes de remover rapidamente processos defeituosos.

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Dockerizando aplicações – Concorrência

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Seguindo a lista do modelo 12factor, temos “Concorrência” como oitava boa prática.

Durante o processo de desenvolvimento de uma aplicação é difícil imaginar o volume de requisição que ela terá no momento que for colocada em produção. Por outro lado, ter um serviço que suporte grandes volumes de uso é algo esperado nas soluções modernas, pois nada é mais frustante do que solicitar acesso a uma aplicação e ela não estar disponível. Demonstra falta de cuidado e de profissionalismo na maioria dos casos.

Quando uma aplicação é colocada em produção normalmente ela é dimensionada para uma determinada carga esperada, porém é importante que o serviço esteja pronto para escalar, ou seja, a solução deve ser capaz de iniciar novos processo da mesma aplicação caso necessário, sem que isso afete negativamente o produto. A figura abaixo apresenta um gráfico de escalabilidade de serviços.

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Dockerizando aplicações – Processos

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Seguindo a lista do modelo 12factor, temos “Processos” como sexta boa prática.

Com advento da automatização, e uma devida inteligência na manutenção das aplicações, hoje é esperado que a sua aplicação possa atender a picos de demandas com inicialização automática de novos processos, sem que isso afete negativamente o comportamento da mesma.

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Dockerizando aplicações – Construa, lance, execute

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Seguindo a lista do modelo 12factor, temos “Construa, lance, execute” como quinta boa prática.

Em um processo de automatização de infraestrutura de implantação de software, precisamos ter alguns cuidados para que o comportamento do processo esteja dentro das expectativas e que erros humanos causem baixo impacto no processo completo do desenvolvimento ao lançamento em produção.

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